Com base nesta afirmativa de Karl Marx, me ponho a refletir sobre os problemas que nós seres humanos causamos aos nossos semelhantes. A consciência moral parece sujeita a variações e os valores morais parecem incertos e relativos.
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| Foto: Divulgação |
Será que realmente seguimos ou imaginamos seguir uma ética, uma moral, visto que muitas vezes nem conseguimos discernir o certo do errado? Acredito que não.
Se fizermos uma análise mais profunda, nos perguntaríamos: como ter ética ou moral causando problemas para reparar ou sanar em seguida?
Isso é andar em um ciclo experimental para estudos de comportamentos do ser humano, visto que se trata da própria conduta de nossa vida.
Fazendo uma análise destas questões problemáticas que são geradas pela humanidade, concluo que nossos valores não são mais reconhecidos e nossa consciência moral muda continuamente, não passando de um preconceito cuja força pode ser extensa, porém não há valor.
Ao lado de consciências morais corretas, há consciências morais errôneas, porém consideramos válido nosso próprio julgamento e contestamos o julgamento de outras sociedades, culturas e até mesmo religiões, o que suscita num emaranhado de problemas, ao qual a sociedade busca saná-los aos poucos.
Se, desde os primórdios, ao invés de buscarmos opiniões divergentes, mas sim nos unindo com base em uma idéia central, o que na minha concepção poderia ser os dez mandamentos, e a doutrina cristã ensinada, pregada e deixada por Cristo, jamais teríamos tantos problemas para suscitar com muita frequência.
Outra observação que faço é se a moral fosse de fato uma prioridade em nossas atividades, não seriamos tão corruptos em nossas ações e atitudes.
Assim, poderíamos evitar tantos problemas de corrupção e desigualdade social, começando a ter uma sociedade mais humanizada e ética, com princípios e valores que norteiam a própria humanidade em busca de um bem maior.
Buscamos viver bem, mas para que isso ocorra, devemos ser éticos e ter uma moralidade decente, para que nossos filhos aprendam e com eles as futuras gerações.
Por: Jornalista79
DRT/SE 002318
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